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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Mini no tamanho, BIG no preço


Míni Cooper, Cinquecento e Smart, são conceitos diferentes de um carro comum: embora menores do que os carros da categoria dos pequenos, eles proporcionam mais conforto, sem contar o cuidado e o requinte com que são construídos. São carros chiques, equipados, destinados a um público que quer se exibir, que quer estar na moda, que paga R$ 50 ou R$ 60 mil por um carro menor do que o Celta, que custa R$ 30 mil.



O Smart (R$ 50 mil) tem quatro airbags, ar-condicionado digital, freios ABS com EBD, controle de tração e controle de estabilidade. O Cinquencento (R$ 60 mil) vem com sete airbags, banco de couro, ar-condicionado digital, teto solar, controle de tração. E quem comprar o minúsculo Míni Cooper vai pagar a pequena fortuna de R$ 105 mil.


Mesmo com todos esses equipamentos, os preços desses carros são muito altos, incomparáveis com os preços dos mesmos carros em seus países de origem. (A Fiat vai lançar no mês que vem o Cinquecento feito nom México, o que deve baratear o preço final.)


Os chineses estão mudando esse quadro. O QQ, da Chery, vem a preço de popular mesmo recheado de equipamentos, alguns deles inexistentes mesmo em carros de categoria superior, como airbag duplo e ABS, além de CD Player, sensor de estacionamento. O carro custa R$ 22.990,00, isso porque o importador sofreu pressão das concessionárias para não baixar o preço ainda mais.


“A idéia original – disse o presidente da Chery no Brasil, Luiz Curi – era vender o QQ por R$ 19,9 mil”. Segundo Curi, o preço do QQ poderá chegar a menos de R$ 20 mil na versão 1.0 flex, que chega no ano que vem. Hoje o carro tem motor 1.1 litro e por isso recolhe o dobro do IPI do 1000cc, ou 13%, isso além dos 35% de Imposto de Importação.

terça-feira, 7 de junho de 2011

NÃO CAIA NESSA ARMADILHA pensando que esta seguro!


SEGURO-PIRATA: Associação de seguro de carros nega cobertura de prejuízos >  Consumidores que pagam por proteção mais barata para veículos reclamam, na Justiça, prejuízo com cobertura recusada. O serviço é oferecido por uma associação dos bombeiros e PMs de Minas que tem onze anos. O problema é que ela não faz isso como exige a lei: por intermédio de uma seguradora. Nos quatro estados do sudeste, a associação responde por mais de 200 processos na Justiça
FONTE: Portal UAI/SBT Jornal Alterosa 1° Edição




Veja 5 medidas para prevenir-se dos Seguros Piratas:




1 - Verifique o nome da seguradora e consulte o site da SUSEP :
www.susep.gov.br . Se não for seguradora, não compre!

2 - Denuncie as empresas mascaradas de seguradoras na SUSEP:
www.susep.gov.br . Pelo site ou telefone.

3 - Compre sempre com corretor de seguros.
Ele é o profissional indicado para oferecer-lhe produtos seguros.
CONSULTE > NOME: J LEAL / CNPJ: 10334403000120 / SUSEP: 100614904 

4 - Verifique o que está assinando e exija todo a documentação do seguro:
Proposta, pagamento identificado e Kit da Apólice de Seguro.

5 - Desconfie de produtos oferecidos por qualquer pessoa que não trabalhe com o setor.

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terça-feira, 22 de março de 2011

Catástrofe deve provocar aumento no preço dos seguros em todo o mundo

Ministério da Fazenda, não vê, em princípio, impacto imediato da tragédia ocorrida no Japão sobre os mercados segurador e ressegurador brasileiros. Mas especialistas do setor dizem não ter dúvidas de que os três eventos que ocorreram no arquipélago (terremoto, tsunami e acidente em usina nuclear) irão provocar aumento nos preços de todas as coberturas do mundo.

"As seguradoras e as resseguradoras começarão a precificar os riscos, considerando eventos como esse que ocorreu no Japão, de catástrofes climáticas múltiplas. Então, há uma tendência forte de aumento nos preços nos seguros em nível mundial", garantiu o economista Keyton Pedreira, especializado na área de seguros e previdência.
De acordo com o especialista, o aumento, porém, dependerá da apuração completa dos danos no Japão. Pedreira estimou que os aumentos nos preços de seguros em nível mundial poderão ficar, em média, entre 8% e 10%. Advertiu, entretanto, que isso vai depender do país, da região e do risco analisado. "Mesmo as regiões que, em princípio, estariam imunes a essas ocorrências, a exemplo do Brasil, sofrerão algum impacto. Porque as seguradoras pesarão de alguma maneira essa possibilidade pequena nos riscos. E o que hoje é marginal, terá um peso mais significativo nos países onde essas ocorrências são raras ou têm menor probabilidade de ocorrência."

Já o diretor técnico da Susep, Alexandre Penner, não vislumbra no curto prazo um movimento de recálculo dos riscos pelas seguradoras. Ele explicou que cada sinistro de grandes proporções leva seguradoras e resseguradoras a verificar quais são os efeitos do evento e se existe alguma consequência que não tenha sido levada em conta anteriormente. "Pode haver alguma mudança ou no cálculo ou na precificação do produto. Mas eu diria que ainda é muito cedo para essa conjectura."

De forma geral, a maioria dos contratos de seguros exclui eventos catastróficos ou desastres naturais. Alexandre Penner informou que atualmente existe uma demanda dos segurados, em termos mundiais, para que se inclua esse tipo de cobertura. "Uma vez que se inclua essa cobertura, definitivamente teria que se fazer um recálculo de preços. Mas não é essa a proposta do seguro."
Fonte: Diario de Pernambuco
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